terça-feira, 24 de julho de 2012
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domingo, 22 de julho de 2012
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quinta-feira, 19 de julho de 2012
sábado, 14 de julho de 2012
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sexta-feira, 13 de julho de 2012
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quinta-feira, 12 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
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quarta-feira, 27 de junho de 2012
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domingo, 24 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
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segunda-feira, 18 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Associação Americana de Psicologia afirma que a organização está sob controle de ativistas gays
Former president of APA says organization controlled by ‘gay rights’ movement | LifeSiteNews.com
Associação Americana de Psicologia afirma que a organização está sob controle de ativistas gays
Matthew Cullinan Hoffman
6 de junho de 2012 (LifeSiteNews.com) — Um ex-presidente da Associação Americana de Psicologia (AAP), que também foi o responsável por protocolar a petição para desclassificar o homossexualismo como doença mental em 1975, afirma que a AAP foi tomada por “ultraesquerdistas” comprometidos com o movimento homossexual, que se recusam a abrir o debate sobre a terapia reparativa para o homossexualismo.
O Dr. Nicholas Cummings foi presidente da AAP de 1979 a 1980, e também atuou como membro do Conselho de Representantes da organização. Ele atuou durante anos como Diretor de Saúde Mental junto à Operadora de Saúde Kaiser-Permanente, e é autor do livro Destructive Trends in Mental Health: The Well-Intentioned Path to Harm (Tendências Destrutivas na Saúde Mental: O Caminho Bem Intencionado para os Danos).
Em uma entrevista dada a representantes da Associação Nacional de Pesquisa e Terapia da Homossexualidade (cuja sigla em inglês é NARTH), no final de abril, Cummings afirmou que o problema da organização começou com a rejeição do princípio de Leona Tyler, que determinava que todas as posições públicas da AAP fossem fundamentadas por provas científicas.
A AAP ”começou a mudar muito drasticamente desde o final da década de 80”, afirma Cummings. “Na metade da década de 90, o princípio de Leona Tyler foi completamente esquecido, de forma que as posições políticas pareciam anular quaisquer resultados científicos. Suprimir provas virou moda. O movimento pelos direitos homossexuais, de certa forma, capturarou a AAP”.
Cummings acredita que o movimento pela “diversidade” na AAP, que ele havia endossado, resultou em uma falta de diversidade com relação aos heterossexuais.
“Se tivesse que escolher agora, veria a necessidade de uma espécie de organização que recrutasse homens brancos héteros, que estão subrepresentados na AAP”, afirma.
Cummings acrescenta que ele pessoalmente não se opõe ao movimento homossexual, incluindo o “casamento” gay, apontando que ele foi o autor da petição que retirou o homossexualismo da lista de distúrbios mentais da AAP. No entanto, ele lamenta a perda da objetividade científica na organização.
“Na primeira vez que isso começou a acontecer e eu era membro do Conselho, isso seria, acredito, em 1975, porque me lembro que foi quando emiti a resolução”, afirma Cummings. “A resolução era que ser gay não era uma doença mental, e que era referente ao caráter individual. E isso passou no Conselho de Representantes. Essa foi a primeira vez que isso começou a acontecer. Eu também havia dito, além disso, que a AAP, caso passasse a resolução, iria votar em favor de continuar as pesquisas que demonstrassem o que quer que as pesquisas demonstrem. Pesquisas abertas, não tendenciosas. Isso nunca foi feito”.
Em uma segunda entrevista no mesmo dia, mais curta, com a NARTH, Cummings se lembra do seu trabalho com homossexuais que queriam deixar o estilo de vida gay durante sua gestão na Kaiser Permanente.
“É uma terapia difícil, e não tem muita procura, mas vimos avanços sim, e por isso a postura de 'você nunca poderá mudar’ (Ronald Reagan disse ‘nunca diga nunca’) é absurda. Tudo o que você precisa fazer é encontrar uma exceção, e ela irá derrubar o ‘nunca’. Mas sim, vimos mais de uma exceção”, afirma Cummings.
“Admitimos que também houve fracassos. As recaídas ao longo do caminho com alguns eram intensas, mas presenciamos a mesma coisa nos tratamentos de abuso de entorpecentes e alcoolismo. Elas fazem parte do tratamento”.
A posição de Cummings como ex-presidente da AAP e autor da petição para remover o homossexualismo da lista de doenças mentais é análoga à decisão do Dr. Robert Spitzer, ex-presidente da Associação Americana de Psiquiatria, que liderou os esforços para desclassificar o homossexualismo como doença mental dois anos antes. Spitzer também se tornou crítico da Associação Americana de Psiquiatria nas décadas seguintes, e foi autor de um estudo em 2000 indicando que homossexuais “altamente motivados” poderiam ser bem sucedidos em alterar suas preferências sexuais por meio de terapia reparativa.
Embora Spitzer tenha recentemente repudiado o próprio estudo, que foi públicado no periódico acadêmico Arquives of Sexual Behavior em 2002, após anos de pressão dos ativistas homossexuais, Cummings nunca se retratou do seu endosso à visão de que os homossexuais às vezes são capazes de mudar.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do LifeSiteNews: “Former president of APA says organization controlled by ‘gay rights’ movement”
quinta-feira, 7 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Cultura da Vida: Como fica o direito ao próprio corpo?
Cultura da Vida: Como fica o direito ao próprio corpo?: Quando tratamos de assuntos sérios como a questão do aborto, não podemos correr o risco de sermos imprudentes e faltarmos com toda a ve...
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Cultura da Vida: As 3 táticas de Dr. Bernard Nathanson para legaliz...: Se você algum dia já presenciou um debate aonde o assunto é aborto, certamente já reparou algumas constantes no lado pró-legalização: • c...
quinta-feira, 31 de maio de 2012
HIV e SÍFILIS
CDC análise proporciona novo olhar sobre impacto desproporcional de HIV
e sífilis entre homens americanos Gays e Bissexuais
Fonte: http://www.cdc.gov/nchhstp/Newsroom/msmpressrelease.html
A análise dos dados
divulgado hoje pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças ressalta o
impacto desproporcional de HIV e sífilis entre homens homossexuais e bissexuais
nos Estados Unidos.
Os dados, apresentados
em 2010 do CDC Conferência Nacional de Prevenção de DST, constata que a taxa de
novos diagnósticos de HIV entre homens que fazem sexo com homens (HSH) é mais
do que 44 vezes maior do que os outros homens e mais de 40 vezes maior do que
as mulheres.
A faixa foi 522-989
casos de novos diagnósticos de HIV por 100.000 HSH contra 12 por 100.000 homens
e 13 por 100.000 mulheres.
A taxa de sífilis
primária e secundária entre HSH é 46 vezes mais do que o de outros homens e
mais de 71 vezes maior do que mulheres, diz a análise. A faixa foi 91-173 casos por 100.000
HSH contra 2 por 100.000 homens e 1 para cada 100.000 mulheres.
Embora os dados do CDC
têm demonstrado há vários anos que os homens gays e bissexuais compõem a
maioria das novas infecções de HIV e sífilis novos, o CDC estimou as taxas dessas
doenças, pela primeira vez com base em novas estimativas do tamanho da
população dos EUA de MSM . Como
as taxas de doenças responsáveis por diferenças no
tamanho das populações que estão sendo comparados, as taxas de fornecer um
método confiável para avaliar as disparidades de saúde entre as populações.
"Enquanto o pesado
tributo de HIV e sífilis entre homens homossexuais e bissexuais tem sido
reconhecido por muito tempo, esta análise mostra o quão dura as disparidades de
saúde estão entre esta e outras populações", disse Kevin Fenton, diretor
do Centro Nacional do CDC para HIV / AIDS, Hepatite Viral, DSTs e Prevenção de
TB. "É claro que não seremos
capazes de parar os EUA epidemia do HIV até que cada comunidade afetada,
juntamente com as autoridades de saúde de âmbito nacional, priorizar as
necessidades dos homens gays e bissexuais com os esforços de prevenção do
HIV."
Para efeitos de determinação
das taxas de doença para os HSH, os pesquisadores do CDC primeira estimativa do
tamanho da população gay e bissexual masculino nos Estados Unidos - definido
como a proporção de homens que relataram envolvimento em comportamento do mesmo
sexo nos últimos cinco anos. Com
base na análise de pesquisas nacionais representativas, o CDC estima que MSM
compreendem 2,0 por cento (intervalo: 1,4-2,7 por cento) da população geral dos
EUA com 13 anos ou mais, ou 4 por cento da população masculina dos EUA (intervalo:
2,8-5,3 por cento) . Taxas de
doença por 100.000 habitantes foram calculadas usando dados de 2007 de
vigilância sobre o HIV eo diagnóstico primário / secundário da sífilis e os
dados do US Census para a população total dos EUA.
A nova análise é o primeiro
passo em mais completamente avaliar o impacto do HIV entre as populações de MSM
e outros significativamente afectadas pela doença. CDC está a desenvolver estimativas
mais detalhadas das taxas de infecção entre HSH por raça e idade, bem como
entre usuários de drogas injetáveis. CDC
também está nos estágios iniciais de planejamento para as estimativas entre os
heterossexuais. Em última
análise, estes dados podem ser usados para informar
melhor as abordagens nacionais e locais para a prevenção do HIV e DST para
garantir que os esforços estão atingindo as populações mais necessitadas.
A pesquisa mostra que
uma série de fatores complexos contribuem para os altos índices de HIV e
sífilis entre homens homossexuais e bissexuais. Esses fatores incluem a alta
prevalência de HIV e outras DST entre os HSH, o que aumenta o risco de
exposição a doenças, e acesso limitado a serviços de prevenção. Outros fatores são a complacência
sobre o risco do HIV, particularmente entre jovens gays e bissexuais;
dificuldade de manter comportamentos seguros de forma consistente com cada
encontro sexual ao longo de uma vida, ea falta de conhecimento dos sintomas de
sífilis e como ela pode ser transmitida (por exemplo, oral sexo). Além disso, fatores como a homofobia
eo estigma pode impedir MSM de buscar a prevenção, testes e serviços de
tratamento.
Além disso, o risco de
transmissão do HIV através do sexo anal receptivo é muito maior do que o risco
de transmissão através de outras atividades sexuais e alguns homens gays e
bissexuais estão confiando em estratégias de prevenção que podem ser menos
eficaz que o uso consistente do preservativo.
"Não há uma
solução única ou simples para reduzir o HIV e as taxas de sífilis entre homens
homossexuais e bissexuais", disse Fenton. "Precisamos intensificar os
esforços de prevenção que são tão diversas como a comunidade gay em si.
Soluções para jovens gays e bissexuais são especialmente críticas, de modo que
o HIV não inadvertidamente tornar-se um rito de passagem para cada nova geração
de homens gays."
Prevenção do HIV e das
DST entre gays e bissexuais é uma prioridade superior CDC. CDC financia os departamentos de saúde
e organizações comunitárias de base em todo o país para implementar comprovada
mudança de comportamentos programas para HSH e em breve ampliar uma iniciativa
bem sucedida de testes de HIV para atingir mais os homens gays e bissexuais. Além disso, o CDC está a implementar
uma atualização do Plano de Eliminação da Sífilis Nacional em cidades onde a
HSH têm sido mais atingidos pela doença, e vai liberar uma atualização do plano
de prevenção de HIV estratégica dentro do próximo ano para apoiar o Presidente
da próxima Estratégia Nacional de HIV / AIDS. Funcionários
do CDC, note que o novo estudo divulgado hoje destaca a importância dos
esforços de prevenção do HIV e DST direccionadas aos homens gays e bissexuais
recentemente anunciadas como parte do Presidente fiscal proposta orçamento do
ano de 2011.
Para mais informações
sobre o HIV ou sífilis, por favor visite www.cdc.gov / hiv ou www.cdc.gov / std.
O PROGRAMA FANTÁSTICO E O CONTROLE POPULACIONAL
O programa Fantástico e o controle
populacional
Ivanaldo Santos (ivanaldosantos@yahoo.com.br)
Filósofo
O programa Fantástico da Rede
Globo da Televisão, exibido aos domingos em horário nobre, tem trazido ao ar uma
série de reportagens sobre o perigo do crescimento populacional. Trata-se de um
programa que, de um lado, é uma superprodução, uma verdadeira viagem ao redor do
mundo, com imagens feitas, por exemplo, na China e na África. Do outro lado, é
um programa apocalíptico, que apresenta os mortais perigos do crescimento
populacional, de ter filhos e coisas semelhantes. Uma pessoa que assista, com
convicção, um programa como esse, após ver um dos episódios concluirá que a pior
coisa que existe é ter filhos. Por causa disso, o melhor seria não ter filhos ou
então ter apenas um único filho.
Trata-se de uma série alarmista
que fica falando do perigo de ter muitos filhos (quem vai cuidar? Quem vai
alimentar?, etc) da falta de alimento e coisas semelhantes. A solução que o
programa apresenta é o controle populacional, novo nome dado ao controle da
natalidade, a reengenharia humana e coisas semelhantes. De acordo com a série
apresentada pelo programa Fantástico é preciso controlar a população no planeta
Terra, pois o planeta não aguenta mais tanta gente, falta comida, água e outras
coisas. A série da Rede Globo de Televisão chega até mesmo a elogiar o rígido,
radical e autoritário controle da natalidade feito pela China.
Há cinco questões que não são
apresentadas pela série do Fantástico.
1) Não são apresentados os
investimentos científicos para se obter mais comida, casas mais baratas e todo
um conjunto necessário a vida humana que agrida o menos possível o meio
ambiente. Uma série de países tem investido pesado na nova ciência.
2) Não se apresentam os subsídios
dados a fazendeiros na Europa para simplesmente não plantarem, as toneladas de
comidas jogadas ao mar para elevar o preço dos alimentos e outras formas de
impedir o aumento da produção de alimentos no mundo. Esse aumento acabaria com a
fome de grandes populações humanas sem, no entanto, precisar se recorrer ao
controle populacional defendido pela séria do Fantástico.
3) Não se apresenta que um dos
maiores males da sociedade contemporânea é o inchaço das grandes cidades e
metrópoles. Grande parte da população mundial está concentrada em apenas 5% do
território. Quando, por sua vez, cerca de 70% das cidades sofrem com o problema
da redução de população, vazios demográficos ou outro problema semelhante. Ao
contrário do que apresenta a série do Fantástico o problema não é o crescimento
das cidades, mas o supercrescimento de poucas cidades. É preciso haver uma
política de redistribuição da população no planeta e não simplesmente ficar
incentivando as pessoas a ocuparem as metrópoles.
4) A série do Fantástico não
apresenta as consequências brutais e negativas para a vida dos indivíduos por
causa do controle populacional. Por exemplo, na China, apresentada pela série
como modelo de controle populacional, os indivíduos vivem constantemente com
medo. No país só é permitido ter um único filho, o Estado tem total direito de
obrigar quem ele quiser a fazer um aborto, mulheres ou casais que queiram ter
mais de um filho precisam pagar altas taxas (impostos) e mesmo assim o Estado
pode não permitir o segundo filho. Grupos religiosos que se opõem à política do
Estado chinês do filho único, como é o caso dos católicos, são duramente
perseguidos, presos e até mesmo torturados e mortos. Tudo para manter a política
selvagem do controle da natalidade. As consequências já se fazem notar na China.
Entre elas cita-se: o crescimento de uma geração de filhos únicos, filhos
mimados, verdadeiros “reizinhos” cheios de autoritarismo, falta mulheres na
China para absorver o mercado de casamento. Com isso, grande quantidade de
homens ou irão a outros países para se casarem ou então terão que abraçar a vida
celibatária. Sem contar que a China já vive um período de envelhecimento da
população. O que fazer quando a população envelhecer? Afinal não há jovens para
repor essa população.
5) As graves consequências do
controle populacional que hoje vivem os países da Europa. São países que
passaram os últimos 40 ou 50 anos investindo em controle populacional, com
políticas de filho único, de não incentivar o casamento, de incentivo ao
homossexualismo, ao aborto e coisas semelhantes. As consequências são visíveis,
ou seja, hoje em muitos países da Europa (Itália, Bélgica, etc) morrem mais
pessoas do que nascem. Se não fosse à imigração vinda da África e da Ásia esses
países estariam semi-despovoados. É incrível como um país não consegue mais
suprir suas demandas a partir de sua própria população. Isso é uma prova de
decadência. Vale lembrar que uma das causas da queda do Império Romano foi
justamente o fato da população desse império adotar a política do controle
populacional (não casar, filho único, homossexualismo, aborto, etc) e, com isso,
ter grande redução da sua população civil. Esse fato foi um dos elementos que
possibilitou o avanço das tribos bárbaras sobre as cidades romanas. Com uma
população majoritariamente de idosos, como é o caso dos países da Europa hoje,
as tribos bárbaras tiveram muita facilidade em conquistar as cidades
romanas.
Diante do que foi exposto, por
que, então, a série do Fantástico faz tanta propaganda, de forma tão otimista,
do controle populacional? Do controle da natalidade? Essa série e outras da TV
têm por objetivo convencer as pessoas a aderirem ao controle populacional. Elas
passam a aparente mensagem neutra que, no mundo triste e sem comida em que
vivemos, é melhor não casar, não ter filhos, que qualquer gravidez pode ser
resolvida com um aborto ou algo semelhante. Trata-se de uma espécie de lavagem
cerebral, onde as pessoas são induzidas a pensar que o melhor é não ter filhos,
que não há outra esperança para a humanidade. Esse tipo de programa de TV é
incentivado em um país como o Brasil. Justamente o Brasil que tem resistido
bravamente às políticas internacionais, que são impostas de forma autoritária
por organismos como a ONU, o Clube de Roma e o Consenso de Washington, que
querem impor a população um rígido controle da natalidade.
Por fim, afirma-se que é preciso
questionar a série apresentada pelo programa Fantástico da Rede Globo e também a
política de controle populacional. Esse tipo de política só fará mal ao cidadão
que terá sua liberdade limitada e não vai desfrutar de uma família e de filhos.
terça-feira, 29 de maio de 2012
HOMOSSEXUALIDADE É DOENÇA?
O PSIQUIATRA, Dr ADNET, responde:
http://dradnet.com/section1/homossexualismo-homossexualidade-e-doenca.html
Os tópicos:
http://dradnet.com/section1/homossexualismo-homossexualidade-e-doenca.html
Os tópicos:
- Defendendo os direitos de pacientes e de terapeutas de lidar com a questão da homossexualidade segundo o respeito à ética da liberdade e da autonomia individuais.
- Ciência e ideologias.
- A falácia do Aquecimento Global e a sofismática homofobia, meros pretextos à serviço da ideologia neocomunista.
- Homossexualidade não é doença – uma afirmação questionável. A evidente contradição dos dados fala por si.
- Se a homossexualidade é ou não uma doença, não existe nenhum consenso sobre este tema na comunidade científica internacional.
- O termo homofobia.
- A homossexualidade é genética?
- A orientação sexual é uma escolha?
- Dependência e compulsão Sexual.
- Oportunismo hedonista.
domingo, 27 de maio de 2012
PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA E PROFISSIONAL
Favor enviar e-mail para os Exmos. Senhores Deputados Federais e Senadores da República pedindo a aprovação do PDC 234/2011, imediatamente, pois, além da psicóloga Rozangela Justino a psicóloga Marisa Lobo vem sendo perseguida pelo CRP/CFP por motivos semelhantes. No final da presente carta, encontra-se a relação dos Exmos. Senhores Senadores da República; após a mensagem seguinte, encontra-se a relação dos Exmos. Senhores Deputados Federais. Grata.
CARTA DA PSICÓLOGA ROZANGELA JUSTINO AOS EXMOS. SENHORES DEPUTADOS FEDERAIS E SENADORES DA REPÚBLICA:
Eu, Rozangela Alves Justino ,
psicóloga, CRP 05/4917, venho comunicar a Vossa Excelência que os ativistas do movimento social
pró-homossexualismo continuam me perseguindo devido a minha religião e artigos
publicados em meu blog, em 2007. Baseados na Resolução 01/99 do CFP - Conselho
Federal de Psicologia, afirmam que estou infringindo não somente a Resolução
01/99 como também o próprio Código de Ética Profissional. Com isso, venho
respondendo a um novo processo junto ao CRP-RJ - Conselho Regional de
Psicologia do Rio de Janeiro, sob o nº 017/2007 (022/07 e 024/07 apensos),
conforme os autos do processo que move os Senhores:
1) Renato Marques Teixeira e Isabela Coutinho Santos, do GDN –
Grupo Diversidade Niterói (um dos grupos de promoção do homossexualismo na
cidade de Niterói-RJ);
2) Antonio Luiz Martins dos Reis (Toni Reis), da Associação Brasileira de
Gays, Lésbicas e Trangêneros (AGLBT);
3) O próprio CRP-RJ.
No dia 8
de março de 2012, respondi a uma citação, onde apresentei a minha defesa por
escrito; no dia 2 de abril de 2012, apresentei as alegações finais após a
intimação, dentro do prazo estabelecido pelos Conselheiros em exercício. Parece
que têm pressa em acelerar o processo para tão logo julgá-lo.
Quem
fiscaliza e tem poder para processar o Sistema Conselhos de Psicologia, quando
este contraria a comunidade científica e a OMS-Organização Mundial da Saúde?
O Sistema
Conselhos de Psicologia vem desprezando os seguintes fatos:
1) A comunidade científica ainda não encontrou um gene gay,
portanto, ninguém nasce gay. Não existe comprovação genética para a atração
pelo mesmo sexo, no entanto os geneticistas chegaram à conclusão que existe o
ser humano com o sexo masculino (XY) e outro ser humano com o sexo feminino
(XX), e na maturidade, a inclinação natural é o interesse pelo sexo oposto,
quando as pessoas não
forem atropeladas em seu desenvolvimento por um fator externo, tal como ter
sido abusada por um pedófilo do mesmo sexo ou do sexo oposto, na infância e/ou
na adolescência;
2) A OMS-Organização Mundial da Saúde, através da sua
Classificação Estatística Internacional das Doenças, que está na décima edição,
denominada CID 10, entende que a atração pelo mesmo sexo pode ser uma DESORDEM.
As pessoas que apresentam DESORDENS COMPORTAMENTAIS E PSICOLÓGICAS
ASSOCIADAS AO DESENVOLVIMENTO E ORIENTAÇÃO SEXUAL que inclui as acometidas
pela orientação sexual homossexual egodistônica (atração sexual fora de
sintonia com o eu) podem procurar tratamento para alterá-la. A
OMS classifica o transexualismo, travestismo de duplo papel, desordem da
identidade de gênero em crianças, outras desordens de identidade de gênero e as
desordens da identidade não especificadas, como DESORDENS DE IDENTIDADE DE
GÊNERO.
Quem irá
fiscalizar e processar o CFP por ter baixado uma norma para perseguir
profissionais cristãos, impedindo-os de apoiar pessoas acometidas por DESORDENS
que afetam a sua sexualidade, simplesmente por ter decidido contemplar uma
agenda política em detrimento daqueles que em estado de sofrimento psíquico
desejarem efetivar mudanças que eles mesmos escolheram?
Por que um
cidadão pode escolher ser gay, sendo que a própria OMS não naturalizou ainda
tal estilo de vida, e um outro cidadão
não poderá escolher deixar a atração pelo mesmo sexo e nem
contar com profissionais para apoiá-lo de forma a fazer as mudanças que eles
mesmos desejam em suas vidas?
Quem, no
Brasil, tem poder para deter um Conselho Profissional que pode colocar milhares
de crianças e adolescentes brasileiros em situação de risco social, uma vez que
a agenda gay, já tendo conquistado os direitos dos adultos que querem viver o
estilo de vida gay ,
livremente, e ainda cercear o direito dos que não desejam este estilo de vida
para si, agora se volta para alcançar as nossas crianças e adolescentes
defendendo a sua livre
expressão e diversidade sexuais?
Quem irá
amparar famílias que precisam de apoio para si e para os seus filhos acometidos
por desordens de identidade de gênero ou comportamentais e psicológicas
associadas ao desenvolvimento e orientação sexual?
Quem
amparará os profissionais que são perseguidos pelo seu próprio Conselho Profissional,
por valorizarem a verdade científica e os verdadeiros direitos humanos
universais, rejeitando a agenda gaysista?
Desde
1999, quando a Resolução 01/99 foi baixada pelo CFP venho sofrendo,
injustamente, perseguição sistemática do movimento gaysista, via Conselho de
Psicologia, causando-me intenso desgaste físico e emocional, com prejuízos
profissionais, financeiros, familiares e quanto a minha imagem, liberdade de
pensamento, científica, religiosa e de expressão.
Em 2009, a mídia divulgou
amplamente a CENSURA PÚBLICA que recebi do CRP-RJ e CFP, tendo recorrido à
justiça, em Brasília, DF ,
cujo processo ainda não foi julgado. Nesta ocasião fui penalizada pelo meu
Conselho Profissional por:
i) Ser
cristã;
ii) Atender
pessoas que voluntariamente me procuravam por desejarem deixar a atração sexual
por outras do mesmo sexo;
iii)Me pronunciar sobre o assunto,
publicamente;
iv) Ter
criado a ABRACEH, uma instituição para a garantia de direitos, em 2004, devido
ao cerceamento de direito que profissionais, missionários e igrejas estavam
sofrendo com o advento da Resolução 01/99, do CFP.
Após esta
punição precisei me esconder por um tempo atrás de perucas, óculos escuros e
máscaras, até elaborar melhor a situação em que encontrava. E ,
não somente por estar perplexa, não entendendo o motivo pelo qual este tema ter
encontrado tamanha visibilidade na mídia, como também para me proteger da fúria
gaysista, pois a punição de CENSURA PÚBLICA recebida não satisfez a voracidade
de tal movimento social ,
que ainda clama por minha cassação profissional, e paralelamente continua me
intimidando, xingando, ameaçando a minha integridade física, causando
preocupações e desgastes emocionais, inclusive, para os meus familiares.
Quem irá
restituir o abalo emocional causado a minha família, os prejuízos financeiros,
profissionais e pessoais, quanto a minha imagem, ao longo destes anos?
O bulying
constante que venho sofrendo ao longo dos anos, as ridicularizações públicas de
todas as partes, com assunto tão sério, tem intimidado e calado milhares de
profissionais brasileiros que não querem passar pelo que passei.
Será que o
caminho é abandonar a causa, continuar me escondendo ou me omitindo como tantos
outros profissionais, para poderem ter paz para trabalharem e viverem como um
cidadão comum?
Neste
momento, está em evidência o caso de uma outra psicóloga, no Paraná, que vem
sendo perseguida pelo movimento gaysista porque associa a sua profissão ao fato
de ser cristã e ter declarado numa rede social que não gostaria que o seu filho fosse
gay. Este foi motivo suficiente para que o movimento gaysista e o Conselho de Psicologia a perseguisse.
Quem
impedirá que outros profissionais sejam punidos injustamente e passem pelo
mesmo que eu venho sofrendo ao longo destes anos?
A sensação
de impotência aumenta, assim como
a de perda de tempo em lutar pelos valores humanos, numa era
em que o politicamente correto prevalece em detrimento da verdade científica e
da promoção dos verdadeiros direitos humanos universais, não reconhecidos e nem
garantidos por diversas autoridades que parecem não querer ficar mal aos olhos
deste movimento politicamente organizado, com diversos programas financiados
pelo poder público.
A minha
esperança é que V. Excia. possa exercer a sua autoridade e junto com outras
autoridades possam colocar um ponto final neste movimento cerceador de
direitos.
Diante do
exposto, venho mui respeitosamente fazer os seguintes APELOS a Vossa
Excelência:
Apelo para
que V. Excia. tome as providências necessárias de forma que o direito de apoiar
pessoas que sofrem desordens na área sexual sejam garantidos, especialmente o
direito das crianças e dos adolescentes receberem apoio de um profissional
competente, não envolvido com a militância gay.
Apelo para
que os profissionais tenham liberdade de pensamento, científica e de expressão,
esclarecendo a sociedade e divulgando informações, agindo de acordo com a sua
consciência, conforme prevê o Artigo 5º da nossa Carta Magna.
Apelo para
que sejam reconhecidos o direito universal de profissionais professarem a fé
cristã, pois os profissionais também são seres humanos e tal direito precisa
ser garantido pelas nossas autoridades.
Por fim,
apelo para que V. Excia. tome providências para que a Resolução 01/99, que
desencadeou todo este transtorno pessoal para mim e demais profissionais e toda
a sociedade brasileira, seja anulada, anulando os seus efeitos desde a sua
criação.
Coloco-me
à disposição de V. Excia. para maiores esclarecimentos, assim como os
documentos que julgar necessários, conforme as afirmações feitas por mim,
acima.
Atenciosamente,
CRP
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PDC 234/2011 para sustar RESOLUÇÃO 01/99 do CFP
Peça aos Exmos. Senhores Deputados Federais para sustarem a Resolução 01/99 do CFP, pois além da psicóloga Rozangela Justino, mais uma psicóloga, a Dra. Marisa Lobo, vem sendo perseguida por ser cristã e devido a Resolução 01/99 . Relação dos Deputados no final desta mensagem.
E-MAIL DOS DEPUTADOS:
FONTE:http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/TRABALHO-E-PREVIDENCIA/199469-PROJETO-SUSTA-RESOLUCAO-DE-PSICOLOGOS-SOBRE-PRECONCEITOS-CONTRA-HOMOSSEXUAIS.html
Projeto susta resolução de psicólogos sobre preconceitos contra homossexuais
Pedro França
João Campos: resoluções do Conselho Federal de Psicologia restringem o trabalho dos profissionais.
Tramita na Câmara o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 234/11, do deputado João Campos (PSDB-GO), que susta a aplicação de dois dispositivos daResolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia, os quais orientam os profissionais da área a não usar a mídia para reforçar preconceitos contra os homossexuais nem propor tratamento para curá-los.
O primeiro dispositivo da resolução que o deputado quer sustar é o que diz que “os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”.
O segundo dispositivo diz que “os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica”.
O projeto é uma reapresentação do PDC 1640/09, do deputado Paes de Lira (PTC/SP), arquivado no encerramento da última legislatura.
Restrições profissionaisSegundo João Campos, estas orientações do Conselho Federal de Psicologia “restringem o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional”.
Na avaliação do deputado, com esta resolução o Conselho extrapolou o seu poder de regulamentar e usurpou competência do Poder Legislativo, “incorrendo em abuso de poder, com graves implicações no plano jurídico-constitucional”.
João Campos sustenta que o decreto legislativo constitui instrumento apropriado para promover a sustação, tendo em vista que o Conselho Federal de Psicologia é entidade vinculada ao Poder Executivo.
Inovação jurídica
O deputado afirma que a intenção do decreto legislativo não é anular os dispositivos da resolução, mas apenas suspender a aplicação deles, “até que o problema seja resolvido no âmbito do Judiciário”.
O deputado afirma que a intenção do decreto legislativo não é anular os dispositivos da resolução, mas apenas suspender a aplicação deles, “até que o problema seja resolvido no âmbito do Judiciário”.
Ele alega que os dispositivos “inovam a ordem jurídica ilegitimamente, pois cria obrigações e veda direitos inexistentes na lei aos profissionais de psicologia, em detrimento dos direitos dos cidadãos, ofendendo os princípios constitucionais da separação dos poderes, da legalidade e da liberdade de expressão”.
Tramitação
O projeto será examinado pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (inclusive no mérito) e votado pelo Plenário.
O projeto será examinado pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (inclusive no mérito) e votado pelo Plenário.
Íntegra da proposta:
Reportagem - Luiz Claudio Pinheiro
Edição – Newton Araújo
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